terça-feira, 6 de setembro de 2011
Mess
As velhas canções perdidas voltaram para a cabeceira da cama de estrado velho e colchão já não tão confortável. Os dias quentes sempre se põem e esperam uma alvorada fresca para novo fulgor. Os sonhos voam livres com as realizações não tão visadas mas sempre esperadas. Os pássaros não se preocupam com o ninho frágil mas defendem suas pequeninas criam como podem até o dia em que aquelas pequeninas asas já lhes sirvam como ponte para o desconhecido. O tempo não precisa ser devorador, o tempo não é devorador mas sensível e perspicaz. E nem tudo parece claro. E nada parece suficiente.
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