domingo, 23 de dezembro de 2012

Um ponto no papel branco

Voltei a escrever aqui por amor.
Amor a quem quer me ouvir, por mais que sejam diminutas as almas que tem paciência para tal. Desde já as agradeço pela compreensão. 

Nesses dias (longuíssimos por sinal) deixo minhas impressões pelas ruas, deixo-as para que sigam seus caminhos e enamorem-se por olhos tenros e falantes. Olhos falantes. A melhor paixão que há. O tempo passa vagaroso mas não tenho do que reclama, sua direção é única, talvez o tempo seja um devasso...

É tarde... as ideias perdem-se, o vento lá fora prediz a chuva.
Aqui dentro, a saudade prediz o amor.
A distância é concreta, o amor viaja por ela, viaja pelo céu e depois não existe mais distância.

Depois...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Mess

As velhas canções perdidas voltaram para a cabeceira da cama de estrado velho e colchão já não tão confortável. Os dias quentes sempre se põem e esperam uma alvorada fresca para novo fulgor. Os sonhos voam livres com as realizações não tão visadas mas sempre esperadas. Os pássaros não se preocupam com o ninho frágil mas defendem suas pequeninas criam como podem até o dia em que aquelas pequeninas asas já lhes sirvam como ponte para o desconhecido. O tempo não precisa ser devorador, o tempo não é devorador mas sensível e perspicaz. E nem tudo parece claro. E nada parece suficiente.

domingo, 9 de maio de 2010

Filho da... Mãe!

É... você mesmo... o único que lê estas coisas, por vezes, patéticas e arredias que eu escrevo!... Sim seu filho da Mãe... é isso mesmo! Filho da mãe! e do pai também... e eu não sei a procedência da sua família, mas prefiro dizer que sua mãe é muito paciente, porque qualquer filho é difícil de criar, e você... você não deve ter sido diferente... E por isso mesmo você é um filho da Mãe... e hoje você é mais filho da mãe que filhinho de papai! E sua mãe... a ela teve muito amor pra te criar, ainda tem, e as vezes... as vezes você não percebe, as vezes o amor dela fica irreconhecível e parece raiva... mas, nesses dias, passasse uns quinze minutos e ela já vai melhorando... ou não, não conheço a sua mãe... Mas sei, que a conheço o suficiente pra te chamar de filho da mãe... porque você lembra muito ela as vezes...

sábado, 6 de março de 2010

any sense

           Eu pensava que tinha algo para dizer... Mas acho que me enganei....